São tantas memorias que guardei na
gaveta, que guardei fora do meu peito, longe da minha cabeça e totalmente fora
do meu corpo.
Que as vezes me pego tentando lembrar do passado e não tem nada para lembrar.
Que as vezes me pego tentando lembrar do passado e não tem nada para lembrar.
Não que não tenha existido um passado,
existiu sim.
Porém lembrar de qualquer coisa me levaria direto a nossa loucura.
E meu corpo me levaria subitamente para você.
Porque assim como a areia da praia pede pra ser beijada pelo mar, minha boca ainda pede pra ser tocada pelos teus lábios.
Porém lembrar de qualquer coisa me levaria direto a nossa loucura.
E meu corpo me levaria subitamente para você.
Porque assim como a areia da praia pede pra ser beijada pelo mar, minha boca ainda pede pra ser tocada pelos teus lábios.
Mas não posso permitir que essas
vontades fiquem a flor da pele, não posso me permitir querer o que deveria
emitir sinal de perigo e buscar ter distancia, não posso me permitir voltar a
lugares que nunca deveria ter conhecido, por isso guardei e tranquei a sete
chaves tudo o que não posso deixar ganhar sentido.
E mesmo com tudo trancado, algumas
vezes sua voz vem a minha cabeça e diz “Eu ainda Te Amo” e eu suspiro, eu me
arrepio e me controlo, mas ainda assim sei que todas as memorias trancadas dizem
te querer e gritam que ainda te amam.
Autoria: Iasmynne Damasceno

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