domingo, setembro 07, 2014


Ela era uma pessoa bem comum, comum até demais perto do restante da humanidade.
Tinha sonhos, planos, objetivos de grande e pequeno porte e novamente muitos sonhos.
ela sonhava de olhos abertos, de olhos fechados.
Na verdade nesse ponto ela não era tão comum, porque conseguia sonhar até quando diziam ser proibido.
Haaa. Mais verdade ainda era que pra ela, essa palavrinha "PROIBIDO", era algo muito elementar, ela dizia que algumas coisas a sociedade proíbe porque gosta de privar a felicidade.
Então ela sonhava com muita força, e mais que sonhar, ela sempre buscava concretizar seus sonhos.
Ela era aquela menina, com sorriso frouxo as 06 Horas de uma segunda-feira,
e ela não sorria de mentira, sorria de verdade. Porque sabia que sua segunda seria difícil, mas que se estivesse com semblante fechado e reclamando do inicio da semana, comprometeria todo o restante.
Ela era aquela menina que tinha o olhar mais profundo que um oceano, 
porém nunca quis ser uma incógnita ou um enigma, ela gostava mesmo era de metáforas,
ela dizia que metáforas são interpretadas de muitas formas e nunca tinham uma definição unificada
já incógnitas e enigmas no final sempre dão a mesma resposta e resultado.
Ela era irritantemente otimista, irritante mesmo.
Tava tudo desmoronando, um temporal, um desastre generalizado e sei lá mais o que, 
ainda assim, com tudo estando uma "merda", ela sempre dizia que as coisas não podem ser mal analisadas, porque isso só faz piorar, e o que é ruim agora logo será motivo de risada 
e pra ela tudo acontece com um proposito, nada é em vão.
Ela adorava ouvir que algo era impossível,
aquela palavrinha era mágica para ela, fazia seus olhos brilharem,
e despertava nela a força necessária para tornar o impossível em possível.
Huumm.. Pensando bem, talvez ela não era comum.
Na sua simplicidade e seu modo singelo de pensar ela mudava o mundo ao seu redor,
mesmo sem programar ou determinar nada a ninguém ela motivava
todos os que estavam ao seu redor..
Ela não era comum, mas não se dizia diferente, ainda assim era sem saber.
Era uma pedra valiosa que para sempre merecia ter seu lugar guardado e preservado.

Autoria: Iasmynne Damasceno


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