sexta-feira, abril 17, 2015

O problema do Mundo

A verdade é que as melhores reflexões são feitas
quando nos deparamos jogados numa pilha,
escondida e sombria, chamada descaso alheio.
Quando seu coração se parte, você se abre de tal forma
que se mil pessoas lerem o mesmo texto que você escreveu,
vão conseguir se ver nas historias, vão compartilhar da sua dor.
Agora quando se está no topo do amor,
quando se está tendo os sentimento retribuídos na mesma medida 
e resolve expor isso ao mundo, da mesma forma que se fazia com a dor,
nem um terço entende, ninguém consegue ler de olhos e mente aberta.
E a conclusão que eu tiro dessa trágica historia
é que existem mais pessoas de coração partido do que amando e sendo amadas.
As historias, e textos melancólicos agradecem.
Mas os corações choram.
Talvez esse seja o problema generalizado do mundo,
muitas pessoas querendo amar, poucas dispostas a amar.
Talvez porque a tragedia dos corações partidos esteja dando mais retorno 
do que a felicidade dos corações que foram reconstruídos, talvez.
Independente do que é e do que não é.
Continuarei aqui na plateia, torcendo para mais amores e menos desamores.
Porque mais que uma plateia cheia, na vida é preciso uma peça que realmente valha a pena 
e seja digna de ser vivida todos os dias, e nada mais digno que amar e ser amado,
nada mais digno do que ser feliz, ser feliz de verdade.

Autoria: Iasmynne Damasceno 



Você vê o superficial ou vai além?

Trilha: Jake Nauta - From These Hands


Você já viu um por do sol de perto?
Eu responderia sim, sem nem pensar duas vezes.
Mas hoje, eu vi um por do sol de verdade, bem de perto.
e creio que antes nunca tinha percebido o que realmente é um por do sol.
Antes eu via o sol se pondo e o que ganhava mais prestigio era a paisagem,
achava o máximo e em seguida era dado o fim.
Hoje, eu vi de verdade. E sabe o que percebi?
O mais importante não era a paisagem, e sim o SOL,
o protagonista enfim ganhou seu devido destaque.
Como em algumas historinhas de amor,
foi aquele estar de dedos que deu destaque ao que realmente importava.
O por do sol é como um até logo de namorados,
quando o calor da lugar a uma luz que tenta brilhar mais forte e virar farol.
Tem um gostinho de não quero ir mas preciso,
sendo assim, vou deixar você ver meus raios daí de longe, pra você ter certeza que estou aqui.
É como qualquer sentimento profundo, que quer proteger,
e que mesmo distante da um jeitinho de iluminar nossos passos, deixando um leve brilho na lua,
como uma maneira de diminuir a distancia e a escuridão.
É sentir na pele uma brisa leve e ainda assim se sentir aquecida.
Ai vocês podem dizer, que menina louca, onda já se viu o por do sol ser isso tudo?
Bom, um mesmo quadro pode ser interpretado de varias formas,
isso vai de acordo com a profundidade da alma de quem está olhando.
Você vê o superficial ou vai além?

Autoria: Iasmynne Damasceno

Só você e seu destino

Alguns caminhos existem para serem trilhados sozinhos,
e estar sozinho não é o mesmo que estar solitário.
Quando se trata de sonhos, não adianta você compartilhar,
dizer aos quatro ventos que quer.
É  preciso ir além de falar, de contar os planos,
é preciso sair em direção do 'fazer acontecer',
colocar em pratica, buscar os melhores caminhos e opções.
E na hora de decidir, seus familiares, seus amigos, seu amor e até o gênio da lampada
não vai poder ser você e decidir, e nesse momento vai ser só você e seu destino,
e o que você escolher vai desencadear consequências,
que também serão só suas.
Mesmo você sempre tendo com quem contar, alguns momentos são tão íntimos
que não cabe mais ninguém, e mais nada além dos seus sonhos no trilho.

Autoria: Iasmynne Damasceno

terça-feira, abril 14, 2015

Encare seu dia


Alguns dias realmente merecem ser cinzas
e isso não é algo ruim.
Quando se aprende a lidar com as cores,
até o cinza e o preto que é a ausência das cores
são compreendidos e aceitos de uma maneira mais leve.
Vista-se da melhor maneira e encare seus dias,
sendo eles, preto, branco, cinza ou sei lá que cor,
com um sorriso estampado e a alma limpa.


Autoria: Iasmynne Damasceno

Aqueles Olhos

Olhos tímidos, castanhos, que parecem o brilho do sol.
Olhos que me encaram de maneira sutil,
como quem quer cuidar, como quem me quer.
Olhos que me devoram em segundos,
que conseguem engolir meus sentimentos e calar minha voz.
Não sei o quanto sou digna desses olhos,
mas moraria no olhar destes olhos facilmente.

Autoria: Iasmynne Damasceno